sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
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Os comuns dos mortais, por exemplo...há muita possimbilidade que a gente possa fazer nas actividades...na parte...que vem...a energia...sovre nós, quando nos concentramos...há aquela guia que bem sovre nós onde exactamente se pronuncia sovre certos travalhos que são necessários sovre certas pessoas. Quando eu dei o purgante muitas dessas pessoas até cavelos bomitam pela boca fora...até cavelos...cavelos! Tenho provas e posso trazê-los aqui, que bomitaram na minha frente...munelhos de cavelo.
2 comentários:
sabes bem que concordo contigo. nada como uma carta de verdade. nada como a emoção de abrir um envelope. nada como as surpresas que podemos enviar lá dentro...
...por acaso ando com saudades das tuas cartas, sempre gostei muito da tua letra, desde os velhos tempos de colegas de carteira ;) já dá minha não se poderá dizer o mesmo...aposto que ler as minhas cartas é sempre um desafio!
p.s.: estou curiosa: já recebeste o meu último postal?
Não te disse? O postal chegou! Obrigado foi uma rica surpresa! ;)
Sobretudo, porque foi a primeira carta pessoal, em vários meses, que a vilanagem dos CTT deixou chegar ao destino!
Todas as letras são um desafio, daí o gosto enorme em poder lê-las, tirar umas pelas outras! A tua até não é má :P
Devo congratular-te pela forma subtil com que pediste uma carta! Vou ver o que se arranja! ;)
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