domingo, 25 de janeiro de 2009

Por isto, odeio-me!

Não posso, nem devo deixar de atribuir um agradecimento especial ao meu amigo Barrabás que não fazendo parte da minha vida como outrora, fará sempre parte do meu pensamento, coração e memória. Pelos velhos e novos tempos, obrigada Barrabás!


Gostava de te conseguir ter rancor, ódio ou algo mau... não sou capaz, por isto, odeio-me!

Um brinde! Às velhas e às novas feridas!

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